Os Jardins do Palácio de Cristal incluem o chamado Jardim Emílio David que possui belos exemplares botânicos, para além de fontes e estátuas alegóricas às estações do ano. Estes jardins românticos foram projectados na década de 1860 pelo paisagista alemão Emílio David, para envolver o então Palácio de Cristal, substituído pelo Pavilhão Rosa Mota na década de 1950.
A Avenida das Tílias constitui o eixo mais marcante deste parque e está ladeada pela Biblioteca Municipal Almeida Garrett (onde se situa a Galeria do Palácio), pela Concha Acústica e pela Capela de Carlos Alberto da Sardenha (edificada em 1849 pela princesa de Montléart). Perto situam-se um restaurante e uma esplanada com vista para o lago. Nesta avenida e noutros locais encontram-se estratégicos miradouros que proporcionam vistas panorâmicas do rio Douro e da cidade. É ao fundo desta avenida que encontramos a capela que a princesa de Montléart mandou erguer em homenagem ao seu irmão, o Rei Carlos Alberto.

Os Jardins românticos do Palácio de Cristal, sempre foram um palco priveligiado de vários eventos culturais, sociais, espectáculos e divertimentos públicos de vária ordem e mesmo aparatosas exposições, como a Exposição Internacional de 1865, ou a Exposição Colonial de 1934.
Contíguos aos Jardins do Palácio de Cristal estão o Museu Romântico e o Solar do Vinho do Porto, ambos na Quinta da Macieirinha. Muito próximo encontra-se, também, a Quinta Tait, com jardins recheados que circundam a Casa Tait, onde funciona um Gabinete de Numismática.
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