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domingo, 20 de maio de 2012

10 curiosidades sobre cerveja

Destaco aqui mais um dos utilizadores do YouTube que tem um canal fascinante onde colocam vídeos com top's 10 de vários assuntos, sendo sempre um excelente trabalho de investigação e montagem de vídeo. Mas destaco um em especial por ter informações relativas ao néctar dos Deuses: a cerveja!
Fiquem com estas 10 curiosidades, que listo mais abaixo, traduzidas para português para os que não perceberem. Mas digo já que o meu sonho é me encontrar com a Heiorum, por que sofro imenso de Cenosllicafobia!...



10 curiosidades sobre a cerveja

10. A cerveja contém xanthohumol, um incrível antioxidante que combate o cancro. Para obter esse benefício precisam de beber 118 galões (450 litros) de cerveja por dia.
9. Os Sumérios já fermentavam cerveja desde o ano 6 Antes de Cristo. Usavam as receitas de cerveja como hinos à Deusa da Cerveja, "Ninkasi".
8. A Proibição do Consumo de Álcool nos EUA durou 13 horas, 10 meses, 19 dias, 17 horas e 32 minutos e meio. Depois disso, o Presidente Roosevelt disse: "O que a América precisa agora é de uma bebida!"
7. Não é o tempo que deteriora uma cerveja, mas sim a luz. É por isso que as garrafas de cerveja são normalmente verdes ou castanhas.
6. A cerveja tipo Lager foi criada acidentalmente na Idade Média, por cervejeiros Bávaros. Aconteceu quando eles tentaram fermentar a cerveja nas temperaturas gélidas do Inverno.
5. A Inundação de Cerveja de Londres aconteceu em 1814 e matou nove pessoas. Foram entornados mais de 300.000 galões nas ruas (cerca de 1.145.000 litros).
4. A Cenosllicafobia é o medo de um copo vazio. Coleccionar suportes de cerveja é conhecido como Tegestologia e coleccionar garrafas de cerveja é chamado Labeorfilia.
3. Quando a cerveja é despejada num copo, algumas gotas flutuam para baixo. Isto é devido ao efeito de arrastamento e turbulência criada pela "gravata" da cerveja.
2. Os antigos Babilónicos tinham medidas duras para controlar a qualidade da cerveja. Os cervejeiros que confeccionassem má cerveja eram afogados no próprio produto.
1. Os Vikings acreditavam em "Heiorum", uma cabra cujas tetas produziam cerveja ilimitada.Esta estava à espera deles em "Valhalla" (Paraíso Viking).

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Cerveja Heineken


A Heineken é uma marca de cerveja holandesa, fundada em 1863 por Gerard Adriaan Heineken na cidade de Amesterdão, após a aquisição da cervejaria Hooiberg. Possui cerca de 115 cervejarias em 175 países e emprega mais de 50000  pessoas. Com uma produção anual de 121 800 000 de hectolitros de cerveja, é a terceira maior cervejaria do mundo, e em 2011 teve um lucro de 2,2 biliões de dólares.
As cervejarias da Heineken estão localizadas em Zoeterwoude e em Hertogenbosch e no seu primeiro edifício, fechado em 1988, fica o museu Heineken Experience, situado em Amsterdão. 
Esta cerveja é do tipo lager, bastante clara, cujos principais ingredientes de produção são a água purificada, o malte de cevada, o lúpulo e o fermento. Tem um paladar suave e uma leveza extraordinárias que fazem desta bebida muito apreciável para o Verão, sendo refrescante e não causando aquele efeito de "peso na barriga", que outras cervejas mais "pesadas" por vezes causam.
Esta marca orgulha-se de ter recebido quatro importantes prémios mundiais, que ostenta orgulhosamente no seu rótulo, a saber: "Medaille d'Or", em Paris, em 1875; "Diplome d'Honneurs", na Exposição Colonial Internacional, em Amesterdão, em 1883; o "Grand Prix", na Exposição Universal de Paris,de 1889 e também o "Hors Concours Membre du Jury", também em Paris, em 1900.

Museu Heineken 
Também parte do seu rótulo está a famosa estrela vermelha que é um ícone original da marca, utilizado desde o início. As suas origens exactas são desconhecidas, e há algumas explicações. Por exemplo, uma explicação é que era um símbolo dos cervejeiros europeus na Idade Média, que acreditavam que tinha poderes místicos para proteger a sua bebida. Outra explicação é que os quatro pontos da estrela, representam os elementos terra, fogo, água e vento e que o quinto ponto é o desconhecido, que é um elemento que os cervejeiros da Idade Média não podiam controlar. Uma terceira explicação é que havia uma estrela na porta da frente da fábrica que indicava a fase do processo de fabricação de cerveja. Durante a Guerra Fria, o projecto original foi alterado para evitar associação com o comunismo (sendo substituída por uma estrela branca com um contorno vermelho). Após o fim da Guerra Fria, a original estrela vermelha normal foi restabelecida. 
A Heineken é patrocinadora de bastantes eventos importantes desde a música ao desporto, tais como o Festival Rock In Rio, a UEFA Champions League ou os Jogos Olímpicos que irão decorrer este ano em Londres.
Com um espírito jovial e alegre é uma cerveja praticamente perfeita, tão fácil de agradar a quase toda a gente que só isso justifica a sua expansão mundial e o seu sucesso. Dentro desse sentimento de boa disposição (que afinal é um dos pontos fortes de qualquer cerveja) também se enquadram as suas campanhas de marketing, das quais destaco este anúncio que é uma breve e bem humorada história da cerveja:

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Cerveja Sagres

Num país quase virtualmente dividido pela presença de duas marcas de cerveja que controlam praticamente o mercado nacional e já tendo aqui falado da sua concorrente, a Super-Bock, cabe hoje a vez da Sagres, marca gerida pela empresa Central de Cervejas a merecer aqui a minha opinião.

Criada em 1940, a cerveja Sagres foi desenvolvida para participar nesse mesmo ano na "Exposição do Mundo Português". Tendo sido produzida sempre com recurso a matérias-primas 100% nacionais, esta cerveja viria a alcançar inúmeros prémios, entre os quais o "Prémio Excelência", no Concurso Mundial de Cerveja, na Bélgica, em 1958, o prémio "Produto do Ano", em 2010 e, pelo meio (entre outros), onze "Medalhas de Ouro" no Monde Selection entre as quais duas "International High Quality Trophy".
Para além destas referências, esta cerveja tem sido alvo de um intenso processo de marketing ao longo dos anos sendo sempre associada ao patrocínio da Selecção Nacional de Futebol Portuguesa, bem como ao patrocínio de um dos clubes grandes de Lisboa e, mais recentemente, da própria 1ª Liga de Futebol Profissional. Esta aposta no desporto-rei tem dado os seus frutos, tornando esta cerveja uma das marcas mais reconhecidas nacionalmente (em especial pelo público-alvo masculino). 
Mais recentemente a aposta na diversificação levou à aquisição dos direitos de uma cerveja tipo Pilsner, de cor âmbar avermelhada, com um teor de álcool de 6,2%, denominada Sagres Bohemia. Há igualmente uma enorme aposta no mercado das cervejas sem álcool com a criação da Sagres Zero.

Quanto à Sagres mais comum, pessoalmente não é uma cerveja que me agrade propriamente. Tendo do lado positivo a leveza e a frescura, que se opõe à principal concorrente do mercado, tem no entanto como aspectos menos positivos um sabor amargo e seco, sendo um pouco "aguada" demais, acabando por ter pouco conteúdo palatino. Aliás, por comparação directa, diria que a melhor receita que a Central de Cervejas produz é mesmo a Bohemia, essa sim, bastante interessante e com um gosto e aroma frutado intenso de estilo artesanal.
Mas, como não se deve discutir gostos, a Sagres continua a vender imenso, em especial no Centro e Sul do País, embora tenha perdido a liderança do mercado. Há-de haver sempre espaço para estas cervejas, nem que não seja num dia de intenso calor em que não nos apeteça beber um copo de água e queiramos parecer "mais fixes" e pedir uma refrescante cerveja de pressão.
De referir ainda, que esta cerveja sempre vendeu bastante em "Minis" uma vez que é mais rápido o seu consumo, ideal para regiões com mais calor, onde, afinal, a Sagres até vende mais... Fica aqui um anúncio da Sagres Mini:

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Francesinha caseira (receita crise)

Nesta época de crise haverá muita gente que sonha poder voltar a degustar o maná do Séc. XX, a francesinha, num bom restaurante. Enquanto a economia mundial apresenta sinais de estagnação não significa que nos privemos de viver a vida, ainda que de formas mais "poupadas". Por isso, porque não arriscar a sua mão para a cozinha e fazer uma francesinha de crise, versão "homemade", em sua própria casa. 
Para tal basta se dirigir ao supermercado mais próximo e comprar os ingredientes.
Basicamente, para 4 pessoas, bastarão os seguintes:

Molho Francesinha - 2.98 euros (à venda em supermercados ou talhos)
Queijo Flamengo - 1.63 euros (+ ou - 325 grs.) - kg. 4.99
Fiambre Pá - 2.10 (+ ou - 320 grs.) - kg. 6.60
Mortadela c/ Azeitonas - 0.55 (+ ou - 180grs.) - kg. 3.20
Linguiça - 0.90 (150 grs.)
Pão Forma - 0.85 (600 grs.) basta 1/2
Bifes Novilho - 3.87 (+ ou - 350 grs.= 4 bifes) - kg. 10.99


Em seguida, coloque as fatias de pão de forma e vá alternando os ingredientes, camadas de fiambre, linguiça (cortada ao meio e previamente grelhada),  mortadela e o bife (este fica no meio, claro). Cubra a "sanduíche" com fatias de queijo flamengo e leve ao forno para derreter o mesmo. Entretanto, aqueça o molho numa caçarola à parte até estar bem quente. Quando a francesinha estiver pronta leve à mesa e cubra de molho a gosto. Pode acompanhar de batatas fritas se assim o entender ou acrescentar um ovo frito, como neste caso. E pronto! Temos uma francesinha caseira para quatro pessoas, bastante razoável, por um preço justo - menos de 13 euros em ingredientes, que se tivermos em consideração ainda sobrar alguns, como o pão de forma, fará cada uma ficar por cerca de 3,15 euros!

Bom apetite!  :)

domingo, 22 de janeiro de 2012

Faça cerveja em casa!


A cerveja (do latim cerevisia, que por sua vez vem do celtico cerevisla e do celtibero caeiia ou cerea) é uma bebida produzida a partir da fermentação de cereais, principalmente a cevada maltada, e acredita-se que tenha sido uma das primeiras bebidas alcoólicas a serem desenvolvidas pelo ser humano.
Uma cerveja é qualquer uma das variedades de bebidas alcoólicas produzidas pela fermentação de matéria com amido, derivada de cereais ou de outras fontes vegetais. Historicamente, a cerveja era já conhecida pelos sumérios, egípcios e mesopotâmios, desde pelo menos 4 000 a.C.

A maior parte das cervejas, até tempos relativamente recentes, eram do tipo que agora chamamos de ales. As lagers foram descobertas por acidente no século XVI, quando a cerveja era guardada em frias cavernas por longos períodos. O uso de lúpulo para dar o gosto amargo e preservar é uma invenção medieval, atribuída aos monges do Mosteiro de San Gallo, na Suíça. 
Normalmente, as cervejas são feitas com água, cevada maltada e lúpulo, fermentados por levedura. A adição de outros condimentos ou fontes de açúcar não é incomum. A cerveja é resultado da fermentação alcoólica preparada de mosto de algum cereal maltado, sendo o melhor e mais popular a cevada.

A água corresponde a aproximadamente 90% na composição da cerveja. Mas não importa de qual localidade ela venha, pois a água utilizada nas actuais cervejarias passa por um processo de “preparação”, que a transforma em água cervejeira. Essa tecnologia, aliada a rígidos controles de qualidade, fazem com que o líquido usado em qualquer fábrica seja igual. Antigamente, a origem dessa água e as suas características tinham um efeito importante na qualidade da cerveja, influenciando, por exemplo, o seu sabor. Muitos estilos de cerveja foram influenciados ou até mesmo determinados pelas características da água da região.

Dentre os maltes, o de cevada é o mais frequente e largamente usado devido ao seu alto conteúdo de enzimas, mas outros cereais maltados ou não maltados são igualmente usados, inclusive: trigo, arroz, milho, aveia e centeio.
As cervejas costumam ter entre 4 a 5% de teor alcoólico, ainda que este possa variar consideravelmente conforme o estilo e o cervejeiro. De facto, existem cervejas com teores alcoólicos desde 2% até mais de 20%.

Agora que estamos todos peritos na manufactura e história da cerveja, que tal começar a fazer "a sua própria cerveja"? É essa a proposta do site cervejartesanal.com (neste link), através da aquisição de alguns materiais poderemos começar uma cervejaria pessoal na própria cave ou garagem. Que tal trazer os amigos a casa e em vez de lhes oferecer uma Heineken ou uma Super-Bock, dar-lhes a beber uma "Manuel Santos" (ou qualquer que seja o vosso nome...). Muito cool, não acham?

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Cerveja Murphy's

Cork, Irlanda
Uma pérola negra da produção cervejeira irlandesa, a Cerveja Murphy's é mundialmente conhecida, sendo apenas batida em marketing pela famosa Guiness, mas nem por isso ficando atrás em paladar e qualidade.
A associação da Murphy Irish Stout com a cidade de Cork começou entre 1709 e 1711, com a chegada de Nicholas O'Murphy a Carrigrohane, na parte oeste da cidade de Cork.
Umas descendências mais tarde e encontramos a bela Marie Louise Murphy que posando nua para o artista François Boucher captou a atenção do rei de França, Louis XV. A lenda conta que o dinheiro que ela ganhou e enviou para a pátria deu para começar a fábrica cervejeira da família, bem como outros negócios, em 1752.

Mas seria James J. Murphy que concentraria os seus esforços em 1856 e junto com os seus quatro irmãos conduziria a fábrica para o sucesso. Antes da sua morte, em 1897, a fábrica atingiria a produção de 100.000 barris. Também seria este homem que, numa altura de crise bancária investiria para salvar a população local de falir, sendo considerado um herói para os pobres e originando um poema denominado "Hurrah for the man who's a friend of the poor" (Vivas para o homem que é um amigo dos pobres) que seria cantado durante longos anos em muitos pubs.
Em 1892 e 1895 ganharam as medalhas de ouro de qualidade, que tão orgulhosamente ostentam na sua embalagem até aos dias de hoje.
Em 1913, após o rebentamento de uma unidade cervejeira, que levou 23000 galões de cerveja Murphy's a inundarem a unidade e a escorrerrem para as ruas, levaria a uma notícia no jornal local que evidenciava que um trabalhador teve que nadar 40 jardas na cerveja para salvar a sua vida, naquela que o jornal consideraria "uma experiência muito excitante" (Pudera! Nadar em cerveja...).

Aguentando um grande incêndio em Cork em 1920 e a 2ª Guerra Mundial, mais tarde, a empresa foi resistindo até aos dias de hoje garantindo sempre excelência na produção de uma bela stout irlandesa. Em 2006, celebrou o seu 150º aniversário, sempre no topo e continuando a ganhar medalhas de ouro de qualidade em certames. É uma cerveja preta muito boa, com sabor marcante, espuma incrivelmente cremosa e um paladar agradável que deriva da utilização de malte torrado e chocolate na sua produção.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Cerveja Kasteel Bruin

Neste novo ano aproveito para retomar os meus posts gastronómicos, que se bem que andem pouco distantes das boas comidas, em virtude da crise, vão dando para descrever algumas cervejas especiais. Hoje trago-vos uma incursão no magnífico mundo das cervejas artesanais, em especial da Bélgica, país de soberbas cervejas das quais destaco hoje a Kasteel Bruin.
As cervejas deste país são normalmente caracterizadas por não serem pasteurizadas nem filtradas antes do engarrafamento. Para além de continuarem a "amadurecer" na garrafa, como acontece com alguns vinhos e whiskeys, estas cervejas estão "vivas", isto é, continuam a mudar e a melhorar com o tempo, ganhando novas propriedades. Apesar de terem sedimentos, que desagradam a muita gente, não são por isso directamente relacionadas com mau sabor na cerveja, sendo que em grande parte dos casos atribui novos toques no seu paladar. 
A cerveja Kasteel, é uma cerveja do tipo "Ale" profundamente negra (característica da Flandres Oriental) com um aroma maltado e um paladar ligeiramente adocicado. É uma cerveja de elevado teor alcoólico (11º), facilmente escondido pelo seu toque açucarado. Serve muito bem para uma bebida após jantar, para um momento de descontracção na companhia dos amigos sem ser apenas para matar a sede, mas comer uma "sobremesa líquida".
O aroma a pão tostado, passas e açúcar complementam-se perfeitamente com o sabor com notas de canela e chocolate, o que fazem desta bebida um verdadeiro prazer para os sentidos.
Esta cerveja deve ser consumida num copo largo de forma a espalhar o seu sedimento e fluir pelo copo apresentando a sua cor acastanhada característica e libertar os odores e tem a especial tendência a manchar bem o copo, como um bom vinho tinto.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Cerveja Budweiser

Desde que comecei aqui a colocar posts de cerveja já me acusaram de andar em busca de patrocínios (Isso é que era porreiro! Algum interessado?). O objectivo é meramente descrever algumas cervejas e a minha opinião das mesmas fazendo jus ao nome do blog. Mas para que não digam que só falo bem, hoje vou fazer o contrário...

Em 1857, Adolphus Busch partiu da Alemanha para St. Loius, nos EUA. Lá em sociedade com o seu sogro, começou a produzir uma cerveja tipo Lager, aquela que é actualmente uma das cervejas mais vendidas no mundo, conhecida pelo nome Budweiser (mais completo Budweiser Anheuser-Busch), ou simplesmente pelo seu diminutivo Bud (muito usado na Europa devido ao diferendo com a cerveja Budweiser Checa).
Busch viajou pela Europa para aprender mais e aperfeiçoar a sua receita e acabou por adoptar uma receita de Lager branca em 1876, que contrariava as preferências de Ales pretas da época, imitando as cervejas da Boémia, hoje República Checa. A marca descobriria um rápido crescimento, mas só após a Segunda Guerra Mundial, tendo ultrapassado as dificuldades da lei seca, do crash de 1930 e das limitações da guerra. Actualmente é reconhecida por uma campanha de marketing agressiva, inúmeros apoios a eventos desportivos e às campanhas de anúncios com enorme componente humorística.
A aposta na cerveja com baixo teor alcoólico denominada Bud Light, também tem conseguido uma enorme quota de mercado nos EUA.
No que me diz respeito, a cerveja Budweiser é algo que não aconselharia a um amigo. De paladar fraco e insípido, quase parece água. nem sei porque se dão ao trabalho de fazer uma light, pois a original já é fraca que chegue. Somente para o gosto americano é que uma cerveja assim teria aceitação, porque no meio de tantos hambúrgueres, pizzas e outras comidas de engorda, eles nem devem sentir o sabor da cerveja e precisam de uma cerveja que não encha muito de tão empanturrados que ficam de comida. 
Ainda assim têm bom gosto nas campanhas publicitárias, por isso deixo aqui mais um hilariante anúncio da Bud em que toda a gente que disser um palavrão tem que pôr dinheiro num frasco para comprar uma grade de cerveja. É caso para dizer: filhos da p%t@ de m&rd@, que ideia do c@r@l#o!!!


domingo, 4 de dezembro de 2011

Restaurante Davilina

Muito próximo da Avenida da República, em V.N.Gaia, há um discreto restaurante com mais de 30 anos de tradição que, sendo conhecido de uma mão cheia de afortunados, torna-se por isso um local privilegiado. Situado na Rua Raimundo Carvalho, nº 14, o restaurante é famoso por confeccionar pratos da cozinha tradicional portuguesa, com qualidade e a preços muito em conta (preço médio descrito por refeição: 10 euros). As suas especialidades são o Cozido à Portuguesa - às Quintas e Domingos, Cabrito Assado no Forno e Bacalhau à Zé do Pipo - aos Domingos. O Bacalhau à Davilina é uma referência da casa.

De uma pequena confeitaria fundada no princípio da década de Setenta, nasceu em 1974 o Restaurante Davilina. Eram bons os petiscos ali servidos e o espaço acabou por se tornar exíguo face aos pedidos de amigos e clientes. O actual edifício, construído para o efeito há quatorze anos, dispõe de um snack-bar no rés-do-chão e de dois andares com serviço de restaurante. Mas como é de petiscos que vos quero falar, vamos ao cerne da questão. Numa altura em que cada vez temos menos tempo para desfrutar dos pequenos prazeres, entre os quais comer bem, urge conhecer alguns sítios que nos proporcionem uma boa e relativamente rápida refeição que evitem termos de recorrer à horrenda fast-food. Fui, por isso, conduzido ao Davilina sob o pretexto que iria saborear o "prego em pão" (para quem desconhece: uma sandes com bife, queijo e fiambre) de uma vida. E não estiveram nada errados nessa pretensão: o bife é absolutamente épico, tenro, saboroso e de deixar água na boca (com pressa ou não, acabei por comer dois...). Por isso, não quis deixar de passar esta oportunidade de o destacar aqui neste espaço, deixando a promessa que lá voltarei para experimentar as ditas referências gastronómicas da casa. O restaurante está aberto das 8:00 às 2:00, tem espaço para cerca de 200 pessoas  e aceita grupos com reserva antecipada e/ou eventos. Para mais informações sobre este restaurante veja aqui ou use o contacto de telefone: 223719340

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Restaurante Nova Centralidade - S. Mamede Infesta


Todos temos a noção que é nesta altura de crise que temos que racionalizar alguns gastos. A maioria das famílias opta por efectuar cortes nas despesas consideradas supérfluas, tais como almoçar ou jantar fora, mas há formas de não perdermos estes "mimos" que damos a nós próprios (e que merecemos porque esta vida não é só para trabalhar!) sem ter que arranjar um segundo emprego... Um bom exemplo desta ideia é o Restaurante Nova Centralidade, em S.Mamede Infesta, muito perto do Porto.

Localizado à entrada desta cidade e freguesia do concelho de Matosinhos, o restaurante faz parte integrante de uma zona desenvolvida há poucos anos, que visou criar um novo pólo na cidade com a integração numa única área de infraestruturas tais como: a Junta de Freguesia, a Biblioteca, a Casa da Juventude, a Loja do Cidadão e o Mercado/Feira. Com um design moderno e atractivo esta área tem no seu espaço privilegiado um restaurante, ao fundo da Praça da Cidadania que merece definitivamente uma visita.
Lá poderemos encontrar pratos variadíssimos, tais como tripas, bifanas ou francesinha, acompanhamentos diversos, passando por um belo presunto para abrir as hostilidades e se bem que pareça que vos vou dizer que é para comer bem e ter um susto no final ao pagar, não se trata de nada disso! Por apenas 5 euros, a comida é inteiramente à descrição. Embora o conceito não seja propriamente uma novidade, funciona pelo sistema de self-service, sendo as bebidas, aperitivos ou café, pagos à parte. 

O espaço é moderno, confortável e a comida tem bastante variedade e é bem confeccionada. Ideal para dar um saltinho para almoçar na pausa do trabalho, ou para marcar uma jantarada com um grupo de amigos antes de ir para a borga. Aviso-vos já que ides sair bem saciados porque dá vontade de comer até de madrugada!
Infelizmente este restaurante está relativamente escondido na estrutura da Nova Centralidade o que faz com que (para já) não esteja sempre cheio, mas isso é uma vantagem para quem não gosta de esperar para comer.  Para além disso é relativamente fácil estacionar, pois para além de haverem lugares de estacionamento de sobra nas redondezas, o restaurante usufrui de amplo parque de estacionamento gratuito. Por isso, é uma alternativa bastante inteligente e viável a ter em conta a alguns restaurantes com este conceito que já existem na área do Grande Porto e que ganharam fama, às vezes, sem que se perceba bem porquê...








domingo, 13 de novembro de 2011

Cerveja Super Bock

Para comemorar o post nº 250 deste blog, escolhi a melhor cerveja nacional: a Super Bock.


Fabricada na unidade fabril da  UNICER, em Leça do Balio (que resultou da fusão entre as empresas CUFP, Copeja, Rical e Imperial), a Super Bock é uma cerveja de forte implantação nacional desenvolvida já em pleno século XX, a 9 de Novembro de 1927, tendo assim completado na quarta-feira passada 84 anos de tradição em Portugal.

Num mercado competitivo, a marca soube se valorizar através de fortes campanhas de marketing e do desenvolvimento de uma imagem que aposta na qualidade e no patrocínio de importantes eventos, desde desportivos a musicais, sempre na procura de novos consumidores que descubram o sabor refrescante desta cerveja, estilo lager forte, receita alemã, que tem a capacidade de fermentar a baixas temperaturas, tendo esta bebida o teor alcoólico de 5,2º.
Em 1977, ganhou a primeira medalha de ouro de qualidade, no certame Monde Selection de la Qualité, no Luxemburgo, e desde então nunca mais parou, tendo já conquistado 35 medalhas, 28 das quais consecutivas.

Daí, e após a UNICER se ter tornado uma empresa totalmente privada, foi um breve passo até se tornar a líder do mercado nacional em 1992 e apostar na variedade das suas criações, principalmente tais como a Green (sabor de limão), a Stout (cerveja preta), a Tango (com groselha), a Abadia (receita artesanal) e a Sem Álcool Pilsener.
A sua receita Bock faz dela uma cerveja um pouco "pesada" que se sente no estômago, que alimenta, não só se limitando a refrescar. Tem um paladar rico que marca os sentidos, contrariando outras marcas nacionais que são mais insípidas e um pouco aguadas. Talvez seja esse o principal segredo que faz da Super Bock uma das marcas de confiança dos portugueses e já presença internacional em 40 países, respeitando sempre o seu lema impresso em cada garrafa ou lata: Super Bock - Sabor Autêntico.
Mas esta cerveja não se rege por palavras ou pelas inúmeras campanhas que a continuam a promover... Na minha opinião a melhor publicidade que se pode fazer é bebe-la bem fresquinha enquanto se lê este blog. Vão ver que as minhas palavras nunca vos pareceram tão saborosas... Mmmm! Vou já beber uma!....


quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O melhor site de francesinhas do mundo

Fui recentemente contactado por alguém ligado a um site que tem o objectivo de divulgar e aconselhar onde comer as melhores francesinhas no país. Como partilho do mesmo objectivo, aproveito para espalhar a palavra a todos os que me por aqui passam para fazerem mais um clique e darem um salto a http://www.francesinhas.pt/ .


Como poderão ver é um espaço completíssimo, onde terão dicas sobre as melhores francesinhas em várias zonas do país, críticas e opiniões de quem já foi a esses sítios degusta-las, fotos, mapa com as indicações, enfim, todas as informações necessárias para que não digam que não sabem onde comer as melhores francesinhas. Excelente trabalho que merece um "like" no Facebook e uma adição à vossa lista de sites preferidos da Internet (Eu já adicionei!)
Também podem ser contactados pelos próprios restaurantes que queiram uma maior divulgação da sua receita desta preciosidade gastronómica. 
Prometo que hei-de seguir algumas recomendações e partilhar a minha opinião com o vosso site!...



sábado, 5 de novembro de 2011

Festival da Francesinha em Famalicão

Destaco aqui com 3 F's o "Festival da Francesinha em Famalicão", que decorre desde ontem e por três dias no enorme espaço comercial Lago Discount, em Famalicão, claro está.


Nunca é demais evidenciar a comida dos Deuses neste blog, que será servida pelos melhores representantes desta cidade num festival que contou com a actuação do mítico Quim Barreiros (ontem) e terá hoje a presença em palco do trio de Stand Up Comedy, João Seabra, Miguel 7 Estacas e Hugo Sousa. Também a não perder amanhã, domingo, para terminar as hostilidades concerto com os Som Music e um Raid de 45 Kms. de BTT, com prize money de 500 euros.


Muita actividade a aproveitar o fim de semana que promete algum sol, a quem se queira deslocar a Famalicão, ver ou participar em BTT, assistir aos concertos e, claro, principalmente degustar uma boa francesinha... Mmmmm, já me apetecia uma!...
Contactos: PromoGeste - Gestão e Eventos Telefone : 252 377 320 Telemóvel: 96 610 5473 ou 93 723 8911 Email: ceciliasilva@seraical.com

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Cerveja Warsteiner

Foi no longínquo ano de 1753, que o agricultor e mestre cervejeiro Antonius Cramer da localidade alemã de Warstein, começou a fabricar cerveja na sua própria residência. Conta a história que fazia e distribuía tanta cerveja que foi obrigado a pagar impostos pela mesma, por ser considerada como a sua segunda profissão. 50 anos depois e após um enorme incêndio que consumiu praticamente toda a Warstein, o seu descendente Casper Cramer construiu o primeiro edifício completamente dedicado à produção de cerveja, denominado Domschanke, sendo que somente a família lá trabalhava e sempre com os métodos mais artesanais possíveis. Mas em 1884 conseguiam já produzir para toda a Alemanha, em virtude da ligação de caminho de ferro então desenvolvida na sua região. Já no século XX, após começarem a utilizar uma nascente de água próxima, extremamente pura e suave no fabrico da sua cerveja, optam por fabricar exclusivamente cerveja tipo Pilsner, cerveja clara de estilo bávaro e em 1960 atingem a marca recorde de 100.000 hectolitros de produção!
Essa produção chegaria, em 1978, a mais de um milhão de hectolitros, mercê da construção de uma ultra-moderna fábrica 2 anos antes (Waldpark). Em 1992 a marca encontra-se distribuída por todo mundo numa empresa que continua a florescer gerida pela 8ª geração da família Cramer até que em 2003 festeja o seu 250º aniversário. Tradição, simplicidade e qualidade são alguns dos motes desta cerveja. No rótulo lê-se: "Eine Konigin Unter Den Bieren" - Uma Rainha entre as cervejas.
Pessoalmente, é das minhas cervejas preferidas. Com a já reconhecida qualidade das cervejas alemãs, a Warsteiner é extremamente leve e fresca e tem um paladar muito agradável. Ainda recordo a primeira vez que a experimentei, no Algarve, e a sensação de estava perante uma cerveja de qualidade superior e que podia passar horas a bebe-la sentado numa esplanada junto à praia!...

domingo, 23 de outubro de 2011

Cerveja Fosters

Mais uma crítica cervejeira aqui neste espaço, desta vez dedicada àquela que é certamente a cerveja australiana mais popular no mundo, a Foster's.
Criada em 1887, por William e Ralph Foster, a cerveja enquadra-se na categoria Lager clara, que é uma cerveja feita de malte de cevada e armazenada a baixas temperaturas.Caracteriza-se pela adição de lúpulo originário dos campos exclusivamente australianos, na fase final da produção da cerveja motivando especial frescura no palato. A sua levedura, receita exclusiva da empresa, não produz tanta aspereza sulfúrica, conduzindo a um odor agradável durante a degustação da bebida.
É uma cerveja imensamente agradável, muito fresca e leve que pode ser bebida em qualquer altura, mas "cai" sempre perfeitamente bem naqueles dias de calor, quando a bebemos bem geladinha. 
Apesar de derivar da Austrália, esta cerveja já é reproduzida na Europa, tendo os seus direitos de produção sido adquiridos pela Heineken Internacional. É perfeitamente reconhecida pela sua típica lata azul, que ao assemelhar uma lata de óleo, fez com que os americanos a apelidassem de "Latas de Óleo da Foster's". Também é bastante familiar à maioria dos consumidores pelos seus irreverentes anúncios publicitários, dos quais se destaca a frase "Foster's - Australian for beer", em que se brinca com o significado de certas palavras da Austrália, sendo que a marca seria o nome que dão à cerveja.
Fica aqui um anúncio, como exemplo dessa campanha de marketing de sucesso: o significado de "capacete", na Austrália:

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Oktoberfest no Porto

Era bom. A Oktoberfest, em Munique é verdadeiramente única! Claro que se não tiver tempo, ou dinheiro para uma viagem à Alemanha, resta-lhe o consolo de participar numa mini-festa realizada aqui mesmo, no Porto. Trata-se de mais uma edição da Festa de Cerveja de Munique, organizada pelo restaurante cervejaria Portobeer, que celebra o seu quinto aniversário.
Entre as 20:00 e a 1:00 da noite de 14 para 15 de Outubro, poderá degustar iguarias bávaras tais como salada de arenque com cebola e natas, ou as típicas salsichas alemãs com mostarda e o famoso bolo Floresta Negra para sobremesa. Isto, sempre acompanhado de litros e litros de cervejas nacionais e internacionais, servidas nas canecas típicas da festividade, ao som de músicas próprias da genuína Oktoberfest
Prepare uns sais para o dia seguinte e vá de transporte público de preferência para não cair na asneira de beber e conduzir! O evento carece de marcação e a entrada é limitada, por isso 'bora lá! Entrada a 27 euros por pessoa e contactos por mail em: portobeer@portopalaciohotel.pt

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Cerveja Guinness

Começo hoje a falar de outro artigo gastronómico que intitula este blog e já que tenho aqui algumas críticas a alimentos (em destaque, as francesinhas), vou também dar a minha opinião sobre cervejas.
A primeira escolhida é a cerveja irlandesa Guiness. Foi originalmente criada pela cervejaria de Arthur Guiness, no século XVIII (1759). É uma cerveja estilo Porter ou Stout (cerveja preta), e é uma das marcas mais bem sucedidas no mundo, sendo fabricada em mais de 50 países e disponível em mas de 100.
Tem como característica distintiva o sabor "queimado", que se deve ao uso de cevada torrada não maltada na sua fabricação. De paladar seco e amargo, a Guiness apela àqueles que querem experimentar um tipo de cerveja diferente, longe das receitas Bock ou Lager. A sua composição é água, cevada, lúpulo e levedura. Tem uma característica forma de servir quando em pressão: copo (de design próprio) a 45º de inclinação, servir suavemente quase até ao topo, deixar no balcão a repousar (fase em que o nitrogénio de pressão do barril forma camadas de sedimentação no copo), encher até ao topo com o copo a direito e pronto: temos uma Guiness bem tirada com topo cremoso, como deve ser!
Pessoalmente, acredito que o paladar extremamente amargo da Guiness faça confusão a quem o experimenta pela primeira vez. Está tipicamente enraizada no gosto mais britânico e dificilmente se torna popular nos países da Europa do Sul, com mais calor e que preferem uma cerveja mais fresca. Não é naturalmente aconselhada se forem gulosos e só gostarem de licores e refrigerantes com açúcar... A Guiness, como já me foi descrito, "é uma cerveja que se come" e "pode não se gostar à primeira, mas haverá um dia em que ao querer beber algo diferente, havemos de nos lembrar dela."

Francesinha no Madureira's


Retorno a mais uma opinião gastronómica de degustação de uma francesinha, desta vez no Restaurante Grill Madureira's, em S. Caetano, Rio Tinto. Sendo produto de uma cadeia de restaurantes, a francesinha do Madureira's já é bastante conhecida e tem alguma fama na região do Grande Porto. No entanto, creio que padece disso mesmo, de ser apenas mais um artigo gastronómico de referência na região, que é servido num grill, teoricamente mais preparado para grelhados tais como churrascos ou bacalhau na brasa. Por isso, fiquei um pouco desapontado com a mesma. Não que fosse má, longe disso, mas por não ser verdadeiramente excepcional. É que a fama desta cadeia de restaurantes apontava para o contrário. É comum ouvir alguém dizer que adorou a francesinha do Madureira's, mas penso que isso se deve àqueles que ficam tão contentes de comer um dos melhores pratos do Porto que não valorizam devidamente o palato. Destaco apenas a qualidade do serviço de mesa do Madureira's  e a batata frita que me soube a algo que já tinha saudades: batata fresca cortada no restaurante, em vez do facilitismo de ter batata congelada pré~cortada.
Em resumo, o Madureira's é um bom restaurante para levar uns amigos e divertir-se gastronomicamente, mas talvez da próxima vez eu prefira uma picanha ou uma costelinha, em vez da francesinha...

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Requinte em S.Mamede Infesta


Se procura um local para levar uns amigos, um jantar da firma ou até para impressionar uma namorada, mas não quer deixar de comer bem e com qualidade a um preço mediano, uma boa escolha será a Churrasqueira Central de S.Mamede, sita na Avenida Marechal Gomes da Costa, nº 85.
Com os típicos pratos de churrasco, desde frango à costelinha, acrescido de outros prazeres degustativos que vão do bacalhau ao Cozido à Portuguesa (na imagem), neste estabelecimento têm a certeza de não saírem com fome e da mestria da confecção dos pratos. Com boa escolha de vinhos é o local ideal para almoçar ou jantar fora sem gastar excessivamente e sem ter que ir a um restaurante mais plebeu.


sábado, 6 de fevereiro de 2010

Francesinha para o operário trabalhador

Mais uma proposta do melhor prato do mundo, desta vez para aqueles que trabalham (ou moram) na zona de Custóias e querem aproveitar a sua horita de almoço para comer uma francesinha de qualidade a bom preço. Basta que se dirijam à Rua de Santiago, perto do Pingo Doce, e procurem o Salão de Chá - Confeitaria Xani. Falem com o proprietário, o Filipe e peçam a melhor francesinha da zona... Bem recheada, com um molho bem trabalhado, garantido que não vai deixar ninguém desconsolado! Se preferir, opte pelo Pica-Pau, uma das especialidades do Filipe e não se esqueça de matar a bela refeição com um copinho do bagaço especial que ele guarda para os clientes especiais!... (Acreditem que até para alguém que não aprecie, é uma bagaço de qualidade!)
Fica aqui a referência da francesinha para o comum dos trabalhadores que queira encher o papo, beber uma boa caneca de cerveja e no final não gastar mais que 6, 7 euritos...
Ora cá vai a fotografia da praxe...: