Após em 2006 a Disney / Pixar ter estreado o filme Cars, fiquei com a séria impressão que, apesar do filme ter tido sucesso, a ideia não seria repetida, pois a película parecia mais criada para venda de merchandising baseada nas personagens de apelo claro ao mundo dos brinquedos para crianças, do que propriamente num bom filme de animação. Mas aceito o meu erro e compreendo esta sequela que estreou este ano, porque tenho que considerar que uma vez que o primeiro Cars gerou receitas 4 vezes superiores à produção do filme, é claro que iriam apostar numa continuidade! A sequela de 2011, Cars 2, trouxe assim de volta os carros falantes com expressões humanas e o magnífico da animação computorizada cada vez mais aprimorada em questões tais como sombras, iluminação, reflexos e outros pormenores que vão cada vez mais trazendo realismo a estes filmes. A história tornou-se mais interessante, pois enveredou pelo caminho da espionagem e traz as personagens numa volta ao mundo, do Japão ao Reino Unido, o que é sempre salutar sair do ambiente sempre "USA forever", que agrada aos americanos tão desconhecedores de geografia mundial. Talvez isso explique porque o filme teima em não trazer os lucros do anterior, o descontentamento dos americanos por terem que ver pouco solo pátrio, ou quem sabe seja o facto de o argumento girar muito mais à volta do secundário Mater em vez da estrela Lighting McQueen. Seja qual for o motivo, o filme ainda tem que percorrer um longo caminho para atingir os resultados financeiros do primeiro. No que me diz respeito, gostei do uso dos estereótipos de cada país e da presença do agente secreto Finn McMissile (voz de Michael Caine) , mas acho sinceramente que é altura da Disney / Pixar explorar outras ideias que acho que não devem faltar para aqueles lados. Mais vale arriscar numa novidade do que esgotar um franchise.... digo eu!...domingo, 30 de outubro de 2011
Crítica DVD - Cars 2
Após em 2006 a Disney / Pixar ter estreado o filme Cars, fiquei com a séria impressão que, apesar do filme ter tido sucesso, a ideia não seria repetida, pois a película parecia mais criada para venda de merchandising baseada nas personagens de apelo claro ao mundo dos brinquedos para crianças, do que propriamente num bom filme de animação. Mas aceito o meu erro e compreendo esta sequela que estreou este ano, porque tenho que considerar que uma vez que o primeiro Cars gerou receitas 4 vezes superiores à produção do filme, é claro que iriam apostar numa continuidade! A sequela de 2011, Cars 2, trouxe assim de volta os carros falantes com expressões humanas e o magnífico da animação computorizada cada vez mais aprimorada em questões tais como sombras, iluminação, reflexos e outros pormenores que vão cada vez mais trazendo realismo a estes filmes. A história tornou-se mais interessante, pois enveredou pelo caminho da espionagem e traz as personagens numa volta ao mundo, do Japão ao Reino Unido, o que é sempre salutar sair do ambiente sempre "USA forever", que agrada aos americanos tão desconhecedores de geografia mundial. Talvez isso explique porque o filme teima em não trazer os lucros do anterior, o descontentamento dos americanos por terem que ver pouco solo pátrio, ou quem sabe seja o facto de o argumento girar muito mais à volta do secundário Mater em vez da estrela Lighting McQueen. Seja qual for o motivo, o filme ainda tem que percorrer um longo caminho para atingir os resultados financeiros do primeiro. No que me diz respeito, gostei do uso dos estereótipos de cada país e da presença do agente secreto Finn McMissile (voz de Michael Caine) , mas acho sinceramente que é altura da Disney / Pixar explorar outras ideias que acho que não devem faltar para aqueles lados. Mais vale arriscar numa novidade do que esgotar um franchise.... digo eu!...
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