terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Jogos divertidos online

Seguindo uma tendência actual de gosto retro por filmes de zombies evidenciada pelo sucesso da série televisiva The Walking Dead ou do filme que estreará este ano "World War Z" (sobre o qual podem ler aqui), trago-vos hoje mais um jogo sobre mortos-vivos para jogar online.

Chama-se "Zombies Took My Daughter" e, como o próprio nome indica, o objectivo é encontrarmos a nossa filha que está perdida num mundo onde os mortos-vivos comedores de cérebros circulam pelas ruas e temos que matá-los pelo caminho e depois trazê-la de volta ao ferry de onde desembarcamos. Percorrendo vários cenários, o nosso objectivo é procurar pistas que nos indiquem onde poderá estar a nossa filha, já que temos um número limitado de horas para a encontrar.

Para além de armas variadas e munições, convém percorrer todos os recantos dos cenários pois progressivamente vamos encontrando indicações basicamente dos sítios onde ela não está, de forma a, por eliminação, ser mais fácil e rápido distinguir onde a encontraremos. Também podemos lançar uma escada de corda para aceder a pontos mais elevados e circular de metro de forma a irmos para outras partes da cidade mais rápido. 
Para os mais pacíficos ou em situações que a estratégia justifique, podemos ficar invisíveis aos olhos dos zombies, de forma a estes não nos detectarem, o que dá jeito, pois cada vez que morremos perdemos duas horas na nossa busca. O jogo não é tão divertido como outro título de jogos com zombies que já descrevi neste espaço (podem encontrá-lo neste link), mas tem uma animação engraçada e jogabilidade q.b., para além de uma música assustadora, por isso dá para entreter. 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Trailer de Balas e Bolinhos 3 - O último capítulo


Em 2001, Luís Ismael criou uma experiência única: sem recursos e praticamente sem financiamento produziu um filme de título “Balas e Bolinhos”. Com o apoio do canal de TV, SIC Radical conseguiu que o filme fosse lançado  e causasse um burburinho geral por entre a juventude que partilhava e comentava o filme até ser conhecido por quase toda a gente. Desde então, a atenção muito especial por parte de milhares de fãs continua bem viva sempre que se fala neste nome. As personagens míticas do cabecilha Tone (Luís Ismael), Rato (Jorge Neto), Quim Culatra (J.D. Duarte) e Bino (João Pires), ficam para sempre registadas como as mais caricatas e reconhecidas do cinema nacional.
Em 2004, voltou com “Balas e Bolinhos – o regresso” que através da Lusomundo e com apenas sete cópias fizeram com que cerca de 58000 espectadores enchessem continuamente as salas de cinema durante os quatro meses que esteve em exibição.

Balas e Bolinhos – O último capítulo” está a ser produzido. Será o fim da primeira trilogia do cinema Português, o primeiro filme que elaborou um teaser e que vende o seu próprio merchandising, com sucesso, antes do filme ter data de estreia. O ultimo filme da saga reúne um elenco único, constituído por nomes sonantes do meio artístico nacional. Está a ser rodado em vários pontos do país e também internacionalmente. Uma grande aposta, a todos os níveis, para este que será o ultimo filme da saga.
Prova disso mesmo é a enorme a afluência ao site do filme (aqui) e às redes sociais que, de dia para dia, veêm a crescer o número de fãs expectantes pelas novidades sobre a próxima longa-metragem.
Por isso deixo aqui dois teasers para dar uma ideia do que podem esperar desta trupe que continua a surpreender!...


Vídeo da semana

A escolha do melhor vídeo desta semana recai sobre uma sátira feita pelo comediante Rui Unas à situação que envolve a empresa Jerónimo Martins, proprietária da marca Pingo Doce e a descoberta de que esta empresa se deslocalizou para a Holanda, que parece ser o novo paraíso fiscal na Europa para as empresas portuguesas e anda a pagar os seus impostos na terra dos tamancos e das tulipas.
Numa altura em que se pede aos portugueses para apertar o cinto e sermos patriotas tentando ajudar o país a sair da crise é no mínimo anedótico que estes empresários dêem este exemplo de falta de nacionalismo. Parece que quando se trata do próprio bolso, Portugal que se F%#@!!! E só de pensar que estes animais ainda fazem publicidades a pedir para comprarmos artigos nacionais nos seus supermercados!... É preciso ter lata!

domingo, 8 de janeiro de 2012

Melhor publicidade de sempre #2

Mais um anúncio fantástico, para hoje, desta vez uma publicidade à empresa propriedade de um dos mais ricos homens da Europa e do Mundo, Ingvar Kamprad, fundador do IKEA.

Entrevista de emprego no IKEA
A história por detrás do anúncio é bastante simples: um tipo normal, ao acordar num dia perfeitamente normal, mas que desencadeia uma série de acontecimentos totalmente catastróficos que são originados por ter em casa péssimo mobiliário, velho e estragado (e a casa extremamente desarrumada, diga-se de passagem!). No final, com tudo destruído vai mesmo precisar de comprar coisas novas... claro que a solução, segundo a sugestão publicitada, seria ir comprar uns móveis novos ao IKEA para resolver estes problemas que lhe vão dar um início de dia dos piores! (Partindo do princípio que temos paciência e virtudes necessárias a montar esses móveis vindos do mais profundo dos Infernos!)
O anúncio tem uma dose de humor excepcional e a ideia de que poderia acontecer a qualquer um de nós, criando assim a necessária empatia com o público em geral.
Muito divertido, quase ao estilo de acontecimentos mortais em efeito dominó dos filmes "Final Destination", fiquem com o anúncio "Bad Morning", do IKEA:



Destaques culturais - semana de 8 a 14 Janeiro

1 - Exposição de Burel

Para quem não sabe, o Burel é um tecido artesanal português, feito de lã. Para a manufactura do Burel, utiliza-se basicamente, lã de cor preta. A lã depois de carmeada e cardada é fiada e torcida (com roca e fuso), etapas que convém serem executadas pela mesma pessoa para que o fio tenha sempre a mesma espessura e textura. Do fuso, a lã passa para o novelo na operação de dobar. Depois de torcida, a lã é urdida e depois de urdida, é colocada no pisão, uma máquina que bate e escalda a lã de modo a tornar o pano mais duro e apertado. As teias pisoadas são então entregues a um alfaiate que as transforma em capas, casacos, coletes e calças de burel para os inúmeros dias de chuva, neve e vento no monte. Hoje em dia, o artigo mais em uso é a capa de Burel.
Agora que sabem tudo sobre este genuíno produto de artesanato português, porque não fazer uma visita à última semana da exposição de Burel, na Rua da Alfândega, no Porto, onde poderá ver no Atelier do Burel de Miguel Gigante, empresário têxtil e designer da Covilhã que recupera a tradição deste tecido de pura lã virgem utilizado nos resguardos dos pastores da Serra da Estrela. Entrada Livre, até 15 de Janeiro.

2 - Bailado "O Quebra Nozes"

O "Quebra-Nozes", ballet em 2 actos, originalmente coreografado por Marius Petipa e Lev Ivanov, música original de P. Tchaikovsky, e sob o libreto de ETA Hoffmann – “O Quebra-Nozes e o Rei dos Ratos”.
Embora a sua estreia apresentada no teatro Mariinsky - S. Petersburgo, a 18 de Dezembro de 1892, não tenha sido um sucesso, foi a partir dos meados do séc. XX que a sua popularidade aumentou, sendo hoje dançada pelas melhores companhias de todo mundo, principalmente durante a época de Natal.

O “Quebra-Nozes” tornou-se uma das composições mais famosas do autor, com destaque para a "Variação da Fada do Açúcar", onde é destacado o uso da celesta, instrumento musical novo na época, que expressa a magia de uma Fada com uma melodia rica e inovadora.

“Era véspera de Natal… uma sucessão de acontecimentos dão origem a uma viagem fantástica pelo país das guloseimas e pelo reino das neves…pelo palco passam soldadinhos de chumbo, bonecas russas e chinesas, a rainha das neves e várias outras personagens acompanhadas por Clara e o seu boneco Quebra-nozes, que através da dança nos transportam a lugares longínquos onde a magia e o encanto não têm limites” - a não perder no Grande Auditório do Teatro Rivoli, no Porto, dias 13 e 14 de Janeiro, com  preços desde 12,50 euros até 15 euros.

3 - Curtas-metragens do Hard Club

"Horse", de Eric Taylor
O Hard Club, espaço cada vez mais ecléctico, onde para além dos espectáculos musicais e exposições também podemos aproveitar para ver algumas curtas-metragens de cinema nacional e internacional, costuma aproveitar o Domingo para trazer ao público a oportunidade de ver filmes diferentes e originais.

Porque não aproveitar a noite de hoje para dar um salto ao antigo Mercado Ferreira Borges e ver a meia dúzia de curtas que o Hard Club seleccionou para nós?

Para hoje, às 22:00, temos a seguinte escolha no menu de curtas-metragens, com entrada a apenas 3 euros:

- "Horse", de Eric Taylor (Espanha) - Comédia
- "Pavement", de Mahesh Hewawasan (Sri Lanka) - Drama
- "Ninguém", de Pedro Peralta (Portugal) - Thriller
- "The Midge", de Rory Lowe (Reino Unido) - Horror/Romance
- "1 Cizgi 1 Nota", de Irmak Sueri (Turquia) - Drama
- "Marcianas", de Sintu Arnat (Espanha) - Comédia

sábado, 7 de janeiro de 2012

Cerveja Kasteel Bruin

Neste novo ano aproveito para retomar os meus posts gastronómicos, que se bem que andem pouco distantes das boas comidas, em virtude da crise, vão dando para descrever algumas cervejas especiais. Hoje trago-vos uma incursão no magnífico mundo das cervejas artesanais, em especial da Bélgica, país de soberbas cervejas das quais destaco hoje a Kasteel Bruin.
As cervejas deste país são normalmente caracterizadas por não serem pasteurizadas nem filtradas antes do engarrafamento. Para além de continuarem a "amadurecer" na garrafa, como acontece com alguns vinhos e whiskeys, estas cervejas estão "vivas", isto é, continuam a mudar e a melhorar com o tempo, ganhando novas propriedades. Apesar de terem sedimentos, que desagradam a muita gente, não são por isso directamente relacionadas com mau sabor na cerveja, sendo que em grande parte dos casos atribui novos toques no seu paladar. 
A cerveja Kasteel, é uma cerveja do tipo "Ale" profundamente negra (característica da Flandres Oriental) com um aroma maltado e um paladar ligeiramente adocicado. É uma cerveja de elevado teor alcoólico (11º), facilmente escondido pelo seu toque açucarado. Serve muito bem para uma bebida após jantar, para um momento de descontracção na companhia dos amigos sem ser apenas para matar a sede, mas comer uma "sobremesa líquida".
O aroma a pão tostado, passas e açúcar complementam-se perfeitamente com o sabor com notas de canela e chocolate, o que fazem desta bebida um verdadeiro prazer para os sentidos.
Esta cerveja deve ser consumida num copo largo de forma a espalhar o seu sedimento e fluir pelo copo apresentando a sua cor acastanhada característica e libertar os odores e tem a especial tendência a manchar bem o copo, como um bom vinho tinto.